sexta-feira, 3 de maio de 2013

Jam Session #1 - Tom Zé

Irmão de boemia, puxe sua cadeira e seja bem-vindo. O programa de hoje presta uma pequena homenagem a um grande brasileiro. Uma lenda, um mito, um santo, ou simplesmente um mestre? Carlitos Massarico, Max Fischer e Guilherme Olhier esclarecem tudo isso - aliás, confundem.



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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Obrigado, Yoko Ono

Para muitos a separação dos Beatles é algo até hoje engasgado na garganta. Para um grupo que surgiu para o grande público em 1962, acabar em 1969, apenas sete anos após, foi algo bem estranho, principalmente para uma banda com a expressão dos Beatles. Quando coisas do tipo acontecem por morte, a grande maioria das pessoas não vê anormalidades, como nos casos clássicos de Doors e Led Zeppelin. Mas, no caso dos Beatles, não era um fim, era uma separação. E ainda que à época existisse a esperança do retorno, a História confirmou de que seria mesmo para sempre - em uma tragédia tardia.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Triste adeus de Layne Staley

Não à toa gênios morrem cedo. E os que não morrem, certamente ao menos conhecem a morte muito melhor que nós. Não coloco toda a culpa nas drogas, que levaram e ainda levarão muitos grandes artistas, pois antes delas este papel era do suicídio. Penso neste tema porque há onze anos o vocalista original do Alice in Chains era morto por overdose – e a data de sua morte é dada para o dia 5 de abril de 2002, mas nunca saberemos. Seu cadáver foi descoberto dias após a morte, mas não estou aqui para falar de morte.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Jam Session #0 - Apresentação

Irmão de boemia, puxe sua cadeira e seja bem-vindo. Se quiser conhecer as vidas musicais de Carlitos Massarico, Kauê Vieira e Max Fischer, progenitores do Boëmios, aqui é o lugar certo. Aperte o play e descubra a gênese desta grande Magical Mystery Tour tupiniquim.



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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Todos nós somos boëmios

A Boemia não é mais apenas um estilo de vida - é sim uma reflexão alternativa ao comum, é uma vanguarda dos sentimentos, romântica e utópica. Também sim uma das mais belas formas de arte, importantíssima, mas hoje algo muito além disso: um sentimento magnânimo e independente, a cada dia mais raro de se encontrar pelas ruas; sentimento este que exalta todos os outros que estão dentro de cada um de nós, mas andam muito escondidos em algum canto sombrio de nossas auras - uma emoção repreendida.